II
VII a poesia dos detidos

no corpo do poema a minha espada
detida por mãos nunca escritas
vestida de pó dos pés à cabeça

eis um poema teu devagarinho
ao luminoso som de apaixonados

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Rui Sobral

Rui Sobral

Escritor que lê, escreve e medita. E repete todos os dias, não necessariamente na mesma ordem.

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